domingo, 25 de abril de 2010

O sonho real

Um menino de apenas nove anos estava no quintal de sua casa a observar urubus no céu. Alan, como era chamado, só olhava os urubus.
Sua casa ficava em uma periferia. Ao sair viu que as paredes da casa em frente tinham desenhos monstruosos. Ele ficou curioso e decidiu ver o que tinha dentro da casa.
Entrou e deparou-se com uma escuridão imensa. O seu coração começou a bater mais forte. Queria voltar, mas a porta fechou e desapareceu naquele escuro.
Alan foi andando e viu a claridade produzida pela chama de uma tocha. Decidiu pegá-la e, então, ouviu um bater de asas.
O garoto estava apavorado, porém não tinha como sair. Começou a andar e, de repente, viu um quadro com a imagem de uma mulher com asas. Metade do corpo daquela mulher era branca e a outra metade negra. Tomou um susto, mas continuou andando pela casa que nem ele mesmo conhecia.
De repente uma luz tomou toda aquela escuridão e o cegou. Cobriu os olhos com as mãos quando, do nada, ele percebeu algo. Devagar pode enxergar uma lança vindo em sua direção, mirando o seu rosto. Desesperado esquivou-se, caiu da cama e ficou aliviado ao ouvir os seus amigos chamando-o para brincar.


Autores: Paulo Silas e Lucas Almeida.

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Mulher misteriosa

Na cidade onde meus amigos moram,existe uma mulher mal aparece nas ruas.Nas paredes de sua casa,a varios símbolos de diferentes formas que não conseguimos,desifar.Sua casa é obscura e no seu quintal há varios urubus.Vizinhos dizem que ela é anormal,pois toda noite ela corre pela periferia.Na porta de sua casa vemos assas pretas abertas, o que é um grande mistério.
Dizem que todos os que entram em sua casa,ao pizar emn seu quintal sujo de lama,se trasformam em outro ser,provavelmente em um ser carnivoro,como o urubu que come carniças,pois em toda parte de sua casa vemos urubus voando.A lama e a sujeira seria uma forma de capiturar seres vivos e transformá-los.
Muitos tentam se aproximar porém morrem de medo de se tornarem seres carnivos.

Autores:Joyce Cristina da Silva Correia e Thalita Gomes da Silva

Vida Engrata

Num olhar sofrido de uma mulher.
Pensam que sua vida é uma coisa qualquer.
Sem ter casa,
vive como se tivese asas.
Passando de bairro em bairro, cidade em cidade.
Sem amigos, parceiros de verdade.
Não deixam as paredes virarem muralhas.
Siga em frente não desista da batalha.
Na periferia ja viveu,
e quase morreu.
Hoje em dia vive como um cachorro sujo.
Na miséria, na lama, como um imundo.
Olham para o lado e veem o hospital.
Mais uma vida morrendo no seu quintal.
Pensam que são urubus, que vivem de carniça.
São apenas seres humanos que não conseguiram uma boa vida.

Autores: Davson e André.

Minha Vida

Na casa onde eu nascia
Foi assim que eu vivi.

Lá na periferia
Todo mundo acordava e ria.
Era simplesmente a vida que eu queria.

Os meus amigos, e eu podia ver
Quando a gente passava na rua, botava medo em você.

Eu tinha tudo que queria
Rap e mulher
Lá na periferia

De vez em quando eu fazia um rap no quintal
Comia e bebia até passar mal.

Na cidade de São Paulo, urubus batem asas,
Carniças no chão
É assim meu irmão.

Na vida do crime estamos sujos de lama
É assim a vida do negro drama.

Andando muito louco na minha Mercedez
A luz do fim do túnel era paredes.

Quando eu percebi já era tarde de mais.
Minha vida não era o que eu queria, adeus até.

Autores: Caio Lima e Isnan Silva

pessoas do submundo

Um homem imundo
Que mora no submundo
Da periferia
Onde não existe alegria

Nessa vida entre paredes.
Os amigos, onde esteve ?
Urubus sugadores ?
ou apenas sofredore ?

Uma mulher tenta ter asas
Para voar dessas malditas casas
Bairro de loucos
Cheio de loucos

Um mundo sujo
Com lama no quintal
Loucos ou pobres ?
É apenas um local

AUTOR:Jean Paulo Sampaio

Refletir

O bairro é sofrido
Triste ver a vida de cidadãos perdidos.
Urubus se revoltam contra ele,
Explorando sua vida na qual está perdida.
A cidade está escura, sem iluminação completa, os amigos sempre brigam e amizade já era.
O mundo está sujo.
E as ruas cheias de lama.
A chuva quis lavar a alma daquela mulher que derramou uma lágrima por quem tanto ama.
As paredes do meu quarto parecem me torturar, ao horizonte da periferia vejo pássaros a voar.Lá naquela casa tão misteriosa há um quintal escondido , sonhos, promessas que vou conquistando venho cada dia que passa refletindo e cantando.

Autores: Joseana e Bianca

Periferia

Na periferia nada se dá tudo se cria
Onde o caos e a maldade estão a reinar.
Por que são povo sujo, sem cultura.
Talvez, não sei.

A vida nos dá asas pra voar
Mais o mais alto a suas asas cairá.

Seus amigos, que só tem o nome de amigo,
quando na verdade são seus inimigos, num
vacilo, na lama irão te jogar.

No bairro há casas sobre casas
e em cima dessas casas urubus sobrevoam,
deixando um rastro de amargura.

E as paredes das casas estão rachadas
cheias de ratos e baratas.
Uma mulher sem esperançavai embora
mas depois se arrepende e volta.

No quintal de sua casa um cachorro
morto e embaixo da casa um rio sujo
chamado esgoto.

O medo em meio a vontade de viver

Na cidade vive,
menino sujo na lama,
no quintal de casa,
paredes o cerca,
verdadeira prisão.

Uma vida sem amigos,
sem asas para voar,
a vontade de viver
e o bairro a conhecer.

Mulher grita. Na periferia,
não há mais saída.
Urubus agora chegam,
e o desapego se apegou
menino triste a chorar,
Com esperança a dominar.

Autores: Alef Leite de Lira e Jéssica Cristina da Silva

O desespero

Nas ruas da cidade,em meio a comunidade
Moradores convivem com a dura realidade
Da periferia sem uma paisagem.
A periferia quer ter asas para voar,mas
A lama dos bairros,nem sequer deixa os urubus pousar.
A mulher olha as paredes do seu quintal
E começa a passar mal.
O desespero é tão grande que é fatal.
Precisa de amigos pra superar o perigo.
O abrigo é tão sujo,que nem de lar pode se chamar.
A vida é cruel como um jardim sem regar.
O Haiti num terremoto desmoronou
A alegria que restava em um minuto se acabou.
Mas no momento de desespero,
Ainda existia a esperança que muitas vezes faltou.
Que deus tenha misericórdia
Daqueles que a morte levou.

Autores: Alexsandro de Oliveira e Luana Costa

Estrutura de palavras

A cidade de São Paulo tem muito a oferecer.
A vida na periferia é difícil de se viver,
Numa casa com quintal, hoje apenas lama se vê.
Um bairro luxuoso com paredes a esconder,
Aquela realidade que ninguém quer perceber.

Uma mulher e amigos vivem no sujo preconceito,
Ao verem urubus voando, querem se sentir no direito,
Quem sabe no direito de possuir asas
Para voar pelo mundo e ter a liberdade de viver.

Autoras: Maria de Lurdes da Silva e Micaely da Silva Lima

Esperança

No quintal daquela casa
O fogo vira braza.
O sujo nas paredes
Só me faz sonhar e ser feliz naquela vida,
Pois a lama que sujou o bairro
Gera reflexão e conflito sobre
As asas que me fazem voar.
Ouço um grito e uma mulher a chorar.
Na periferia ,onde os urubus se escondem,
Posso avistar meus antigos amigos de longe.
A cidade que conquisto, como sorriso de
Criança com plena esperança.

autores: Julia Silva e Maiara Dias

Apenas seu irmão

Em uma cidade chamada Paredes, existe uma casa cheia de amigos. Alguns trabalham no lixão, um lixão imundo, sujo, sempre rodeado de urubus, porém a vida desses caras é só diversão.

Certo dia, no quintal daquela casa, havia um pouco de lama, que rapidamente foi limpa por um dos amigos. Por ver uma mulher que tinha conhecido na periferia, de repente ele deu asas à imaginação, pensando nos dois casados, num bairo chique com três filhos. Quando voltou a si, viu um rapaz a abraçar sua futura esposa e logo deduziu que era seu namorado.

Vendo a tristeza dele, seus amigos, que moravam na casa rodeada de paredes, decidiram fazer um encontro com essa mulher. Quando ele a viu, foi a maior felicidade e ficou mais feliz quando descobriu que aquele cara que a abraçou era apenas seu irmão.
autores:leonardo e marildes.

Vida Loka

Na periferia o bagulho é loko.
Tem muitos ladrões que só querem fazer o roubo.
Na casa dos amigos tem muita diversão
Quando vê o São Paulo ganhando do timão.
Quando isso acontece é festa toda hora,
Chamo os meninos do bairro e vou jogar bola.
No quintal da minha vó é muito divertido
Quando chamamos uma mulher para dançar pros amigos.
No céu da cidade de São Paulo tem muita poluição,
vemos urubus chamando nossa atenção.
Aqui em Paraisopolis é sujo,tem lama
mas quem vive aqui é quem é forte e quem ama.
Vemos passaros voando no céu,
ajudando-nos a descobri nosso papel.
Nesse mundo há duas escolhas entre paredes.
De um lado o bem. Quem seguir tudo bem .
Do outro o mal. Quem seguir tchau! tchau!!!


Autores: Thiago Queiroz e Weverton Kudryk

sexta-feira, 16 de abril de 2010

A vida na periferia.

Num bairro sofrido
Não existe mais casas
Mulheres sem vida
Urubus sem asas.

No quintal da casa
Só se encontra lama
Paredes rachadas
Desabam sobre a cama.

Na periferia, vivemos sem luxo
Arrumar dinheiro no crime
Sempre é dinheiro sujo.

Autores: Matheus da Silva Valadão e Valber Nicácio Batista Lima.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Sejam bem-vindos ao nosso blog!

Que este espaço seja rico de criatividade e diálogo.