Nas ruas da cidade,em meio a comunidade
Moradores convivem com a dura realidade
Da periferia sem uma paisagem.
A periferia quer ter asas para voar,mas
A lama dos bairros,nem sequer deixa os urubus pousar.
A mulher olha as paredes do seu quintal
E começa a passar mal.
O desespero é tão grande que é fatal.
Precisa de amigos pra superar o perigo.
O abrigo é tão sujo,que nem de lar pode se chamar.
A vida é cruel como um jardim sem regar.
O Haiti num terremoto desmoronou
A alegria que restava em um minuto se acabou.
Mas no momento de desespero,
Ainda existia a esperança que muitas vezes faltou.
Que deus tenha misericórdia
Daqueles que a morte levou.
Autores: Alexsandro de Oliveira e Luana Costa
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